sábado, 12 de dezembro de 2009

K.O.


Corria o belo mês de Novembro ...




quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Rammstein

A praticar alemão (tosse, tosse)...




sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Relógio da qualidade

Esta é a décima prancha que faço! Ieeeeeeeiiiiii!




segunda-feira, 2 de novembro de 2009

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Metamorfose

É sempre a descer...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Entrevista #1

Quase a bater no fundo...

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Desenhos do Serpa

A minha vida consegue ser mesmo deprimente... Ainda o pior está para vir...

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Dune - Paul Muad'Dib

Dune (Frank Herbert) foi o grande livro deste Verão. Ender's Game (Orson Scott Card) recebe a menção honrosa. Apesar de algumas diferenças, a adaptação do David Lynch continua a ser a mais interessante. É visualmente muito rica, desde dos cenários, aos Stilsuits e claro, as Sandworms (mais uma vez o contributo do H.R. Giger). Já tinha visto várias vezes a versão de cinema e, acabado de ler o livro, quiz ver a versão extendida. Passado uma hora de filme, tive que parar. Que trapalhada! Fui à net pesquisar sobre esta nova montagem. Foi da responsabilidade do estúdio, o Lynch, vendo a asneira, pediu que fosse retirado o seu nome dos créditos (vemos Realizado por Alan Smithee). Graças a isto descobri o fantástico mundo dos Fanedits. Vi, uns dias depois, um fanedit do Dune, montado por alguém que sentia o mesmo que eu. Apesar das cenas "apagadas" não terem sido tratadas como no filme original, estão em sequência com o guião do Lynch. E o resultado final é muito superior a qualquer das outras versões. Viva o Fanedit!

sábado, 18 de julho de 2009

Oldboy (Oh Dae-su e o polvo)

É como levar um soco na nuca que nos trespassa até bater nos olhos. Fica a vibração nos ossos do crânio, o formigueiro no nariz e nas órbitas empapadas. É um filme do c******!

sábado, 4 de julho de 2009

"O melhor dos anos 80" - Chuck Norris

Os anos 80 foram bons em poucas coisas: filmes e bandas de Glam-Rock e Heavy Metal. Todo o resto foi uma m**** pegada. Penteados e roupas do pior (os do rock não se escapam) e música Pop/Rock de vomitar. Quando há uns anos surgiu o revivalismo dos 80's, continuei a vomitar e bradei aos céus como nos filmes "Poooorrrrqueeeeeê????". Mas, felizmente, podemos agora relembrar a glória dos anti-heróis que fizeram a delícia de pequenos e graúdos em sessões de VHS. Os heróis de acção! Nomes cheios de pinta e carisma! Arnold Schwarzenegger, Sylvester Stallone, Jean Claude Van Damme, Steven Segal, Bruce Willis e Chuck Norris! (o Lorenzo Lamas não conta) Deixo aqui esta pequena homenagem ao campeão mundial de olhares fixos, a metamorfose do actor, a sua inigualável amplitude emocional (contida). Não deixem de visitar o site "Chuck Norris Facts". Imperdível!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Participação na fanzine "O Músculo da Batata"

Foi completamente por acaso que acabei por participar na edição inaugural da fanzine Ibérica "O Músculo da Batata". Foi também a minha primeira publicação em formato de papel. Iiiieeeiiii! http://omusculodabata.blogspot.com/

sexta-feira, 5 de junho de 2009

(des)Encontros #1.1

É a segunda versão deste desenho. Não fiquei satisfeito com a anterior (Julho de 2008). Esta, aproxima-se mais da ideia.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Festival de BD de Beja 2009

Há cinco anos estava em Beja, com a Sra. Professora, quando fui surpreendido pela 1ª edição do Festival de Banda-desenhada. Foi uma coisa pequena, mas bem organizada e com material grande qualidade. Este ano, soube que o Craig Thompson ia participar da 5ª edição. Tinha que ir. E fui! Apesar do calor dessa semana, e do cansaço, valeu a pena! Gostei especialmente de ver as pranchas de: Craig Thompson, Selma Pimentel, João Maia Pinto, Fernando Gonsales, Lorenzo Mattotti, Richard Câmara, Alberto Vázquez e Denis Deprez. Se ainda não foram, aproveitem que o calor baixou e tirem um fim-de-semana dêem um saltinho a Beja! Tive oportunidade de agradecer ao C.Thompson pelo excelente "Blanquets" que me marcou e encantou profundamente. Tive também a oportunidade de conhecer, pessoalmente, a Selma Pimentel e outros artistas promissores. O Sábado (30 de Maio) «terminou», no belo Mosteiro de Nossa Sra da Conceição (onde se insere o Museu Regional), com um buffet para a malta da BD! Eheeeee, comida e bebida à borla!

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Me and You and Everyone We Know (Blind date) ou ))<>((

Este foi o primeiro filme da realizadora Miranda July. Vi-o há coisa de dois anos. Recomendo especialmente, para quem gosta de personagens algo disfuncionais, mas que à sua maneira são encantadoras. Como o Magnólia, Punch-Drunk Love, Garden State, Eternal Sunshine of the Spotless Mind, e outros tantos...

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Reservoir Dogs (Mr. Blonde & Ofcr. Marvin Nash)

Tive a música na cabeça, o tempo todo... Esta cena, no filme, é bastante violenta. O polícia tem a cara massacrada, mesmo antes de "perder" a orelha. Decidi, novamente, não pintar o sangue nos personagens. Em vez disso, pintei de vermelho o objecto que simboliza a violência do que está para acontecer.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Anatomia de um desenho pt 2

A segunda parte começa com a digitalização em RGB ou Greyscale a 600 dpi's. Os prós digitalizam a 1200, para conservar todo o detalhe (com scanners de qualidade, que não é caso). Depois converte-se o desenho em bitmap (50% treshold) para eliminar os meios-tons. Depois converte-se novamente em Greyscale e RGB (ou CMYK se for para imprimir). No layer mais acima, tenho o desenho a preto (apago o branco) em Multiply (a somar às cores que ficarão por baixo). Depois o layer das sombras (Multiply 70%) . O layer das sombras depende das cores que usar, pode ficar Hard light outra variante e com percentagens diferentes (é experimentar e ver no fim o que fica melhor). O tom da sombra também pode ser outro (geralmente uso o roxo/violeta). Depois pinto as cores lisas, no background. Primeiro procuro pintar todos os objectos sem dar grande importância à cor. Só mais tarde ajusto as cores e os tons até ficar satisfeito com o efeito geral. Tanto as cores como as sombras são muito simples. Prefiro usar uma paleta limitada, mas coerente. Tenho imensa dificuldade em perceber a volumetria das figuras e a projecção das sombras, por isso uso a máxima de alguém "keep it simple". Um destes dias encontrei, algures na net, balões de BD em EPS (que se pode alterar o tamanho sem perder qualidade). No Google encontrei a letra da música dos Stealers Wheel. Quando uso diálogos dos filme recorro ao internet movie script database (IMSDb). Com a ilustração finalizada, converto tudo num só layer e reduzo para 300 dpi's (resolução de impressão) ou para 72 (se for para o ecrã).

terça-feira, 12 de maio de 2009

Anatomia de um desenho pt 1

Gosto muito de ver como os ilustradores/Banda-desenhistas trabalham, quais os métodos, o processo criativo, etc.. Por isso decidi registar as etapas de uma ilustração, desde o esboço até à pintura. Esta primeira parte vai até à finalização do desenho a tinta da china. A segunda parte vai abranger da digitalização à pintura. E é assim que tudo começa. Um gatafunho minúsculo num caderno A5 que trago sempre comigo. E onde anoto as minhas ideias. Rabisco rápidos são o suficiente para não me esquecer da ideia geral. Indispensável... Neste caso, a ideia é ilustrar um momento (fabuloso) do filme Reservoir Dogs, em que o personagem Mr. Blonde dança ao som dos Stealers Wheel antes de cortar a orelha do infeliz agente Marvin Nash. Como tenho uma memória semelhante à da Dory (Finding Nemo), recorro a elementos visuais para ajudar-me. Capturo uns fotogramas do DVD e desenho à vista. Com o desenho finalizado numa vulgar folha A4, começo a passar a tinta da china noutra folha, com a ajuda da mesa de luz (como são caras, fui ao Aki e comprei tudo o que precisava para construír uma, deu trabalho está imperfeita, mas funciona). O meu estaminé está longe de ser ideal. Não tenho espaço (nem dinheiro) para ter um estirador. Tenho a mesa de luz (que é ligeiramente inclinada) em cima de uma velha secretária e sento-me num banco alto do Ikea (daqueles de 15€). Também desenho de pé, porque o monitor está ao lado (com os screenshots). Lá está o barbas outra vez... Como ainda não tenho muita prática a passar a tinta da china com o pincel, uso este método. Assim, se me enganar, não estrago o desenho. Quando estiver mais confiante, poderei desenhar com lápis de cor (azul, verde ou vermelho) em papel de maior gramagem, em vez deste de 100g e passar logo com a tinta preta.

sábado, 25 de abril de 2009

Lisboa (3)

Kill Bill Vol 1 (O'Ren Ishii Vs The Bride)

Tenho lido, em vários sites e blogs de profissais da ilustração e da BD, e todos dizem o mesmo: usa um bom pincel e bom papel. Por isso, esta semana comprei um pincel "a sério", um Windsor & Newton Series 7 Kolinsky Sable #1 (O Jeff Smith usou um igual no Bone). Apesar de ainda ter usado um papel comum de 100g/m2, notei a diferença. Um bom pincel permite maior controlo sobre o traço, principalmente no fino. Distribui a tinta de maneira uniforme e, espero, que dure mais que um pincel vulgar.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Jaws (You're gonna need a bigger boat)

É um dos filmes da minha juventude. Foi dos primeiros filmes de «terror» que vi em miúdo, com o meu amigo Paulo (O Anti-Pinhas). Acabou por ser muito divertido, não tive medo. Nem quando o Tubarão comeu o Quinn, eheheh.

Lisboa (2)

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Sonatine (O sonho de Aniki)

O Takeshi Kitano é o autor que mais influencia o meu imaginário de ficção policial. É a referência incontornável na forma como escrevo as minhas histórias e desenvolvo personagens. Aqui, podia incluir uma série de notáveis do cinema como o Tarantino ou John Woo, mas o estilo contemplativo e melancólico do "Beat" Takeshi está enraizado em mim.

terça-feira, 31 de março de 2009

The Life Aquatic With Steve Zissou (a entrevista)

Dois nomes: Bill Murray e Wes Anderson. Tenho dito.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Pulp Fiction (Jules & Brett, parte 2)

Aí está, para mim, um daqueles pequenos momentos que me deliciam. Até esperneio de gozo!